Desperdício de talentos

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Algumas pessoas vivem somente nos fins de semana.
Durante a semana é tudo tão chato. Elas odeiam seu trabalho e sofrem muito ou viram robôs que não sentem mais nada e vão empurrando dias e semanas com a barriga. As várias gradações entre os dois extremos.

O tempo de viver é sabado e domingo. Elas não podem se conter na sexta feira e no fim do domingo querem morrer.

Muitas pessoas passam mais tempo planejando suas férias, escolhendo televisões e aparelhos celulares do que investindo tempo em estudar sobre as melhores profissões que podem exercer. Por que isso acontece?

Como é que não existem aulas de propósito e vocação nas escolas? Como podemos negligenciar tanto um assunto que ocupa a maior parte das nossas vidas?

Como apesar de todas as estatísticas sobre insatisfação e estresse no trabalho, as pessoas ainda não pensam que este é um assunto sério?

O que pode provir de bom quando se faz algo sem sentido ou propósito por muito tempo?

Grandes personalidades do empreendedorismo como o Steve Jobs, Scott Dinsmore e Jack Canfiled dizem a mesma coisa: quando você ama o que faz, faz mais e faz melhor, faz com motivação, inspiração, entusiasmo, envolvimento, contribui mais, se desenvolve mais aprende mais, tem a curiosidade necessária para continuar expandindo naquele assunto.

O autoconhecimento precisa vir cedo, ser ensinado e incentivado na adolescência ou até antes disso. Os talentos e suas variações precisam ser alimentadas. Quanto mais colocamos nossos potenciais no mundo, mais somos felizes, quanto mais somos autenticas e verdadeiros mais somos felizes e fazemos bem para os outros, um dos pensamentos que mais gosto do Pathwork.

Mães e pais podem ficar atentos, marcar observações sobre seus filhos, em quê se interessam, onde tem facilidades, curiosidades, que tipo de perguntas fazem.

A escola pode promover programas de autoconhecimento para jovens.

Os jovens podem investigar melhor seus valores, interesses e habilidades, podem se oferecer em experiencias de trabalho voluntário.

E a preocupação com dinheiro? Onde fica?

No meu caso particular, descobri que apesar de amar a minha profissão, eu tinha fortes inclinações para afastar o dinheiro. Achava que trazia muitos problemas, que não era algo tão importante. Além disso, apesar de amar a profissão, também existia a crença sobre não ser adequada, capacitada, não ser “suficiente”. Essas duas questões impactaram minha vida profissional de forma negativa por um tempo. Por isso a importância de detectar e transformar o quanto antes, padrões de pensamentos venenosos.

Cada um de nós tem inclinações, aptidões naturais, que fluem, que são prazerosas, que trazem benefícios para os outros. Todos podemos desenvolver este lado, fortalecer, expandir este aspecto dentro de nós para que dêem sementes, virem flores e frutos e alimentem a sociedade em que vivemos.

Trabalhar naquilo que não se tem prazer ou propósito, leva a um estado mental e emocional doente, um ambiente comprometido e uma sociedade infeliz.

E você, o que vai fazer a respeito?

Assista o vídeo e entre em contato para saber sobre o programa de orientação vocacional individual e em grupo.

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